segunda-feira, 9 de novembro de 2009

Boletim 565 - PNUD

Boletim nº 565 - Segunda-feira, 9 de novembro de 2009

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Fechar bar só funciona com pressão social
Fechamento após a 1h ajudou a reduzir homicídios em 34% em SP, mas sucesso depende de conscientização permanente, diz estudo

Campanha da ONU premia 4 fotos do Brasil
Concurso elegeu 50 fotografias de 27 países que mostram ações em prol do desenvolvimento; exposições reúnem as imagens vencedoras

'Latinos são vistos como ameaça nos EUA'
País aumentou repressão quando latinos se tornaram maioria dos estrangeiros; imigrantes já rechaçam cultura americana, diz estudo

Líderes religiosos firmam pacto sobre clima
Representantes de 9 religiões anunciam investimentos em eficiência energética e outras medidas para tentar deter mudanças climáticas

Livro reúne estudos em linguagem simples
Publicação lançada por Centro para o Crescimento Inclusivo traz 99 artigos que analisam pobreza e temas sociais em diversos países

Boletim 564 - PNUD

Boletim nº 564 - Terça-feira, 3 de novembro de 2009

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País pobre perde até 89% dos 'cérebros'
Guiana, Haiti e Granada estão entre os locais nos quais mais de 80% dos que atingem o nível superior se mudam para trabalhar no exterior

Ação policial não afeta grande traficante
Estudo aponta que maioria dos presos por tráfico de drogas não têm relação com crime organizado; autores defendem reforma na lei

Brasil sedia evento mundial sobre esporte
Semana Internacional Esporte pela Mudança Social acontece em São Paulo de 3 a 6/11 e mostra casos em que esporte ajuda comunidades

Livro reúne estudos em linguagem simples
Publicação lançada por Centro para o Crescimento Inclusivo traz 99 artigos que analisam pobreza e temas sociais em diversos países

Índio expõe em evento de sustentabilidade
Projeto do Mato Grosso que apoia indígenas, seringueiros e pequenos agricultores participa da maior exposição do gênero da América Latina

Boletim 563 - PNUD

Oi pessoal,

Me inscrevi para receber boletins do PNUD, portanto, quero compartilhar com vocês!

Confiram! Vale a pena!

bj,


Boletim nº 563 - Segunda-feira, 26 de outubro de 2009

Você está recebendo o boletim do PNUD Brasil com as últimas notícias sobre desenvolvimento humano.

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Saneamento privado não chega a favelas
Privatização provocou uma queda nos investimentos em água e esgoto nas áreas urbanas mais pobres do mundo, diz artigo

Mobilização pelos ODM reúne '4 São Paulos'
Eventos em 120 países reuniram 173 milhões de pessoas, quatro vezes a população de SP, em campanha pelos Objetivos do Milênio

Leis da ditadura dificultam punir torturador
Artigo defende que Lei de Anistia, Lei de Segurança Nacional e Código Penal Militar prejudicam julgamento de violações a direitos humanos

Suriname usará urna eletrônica brasileira
Após visitar o Brasil para conhecer tecnologia, país fará teste em alguns distritos eleitorais durante as eleições gerais em maio de 2010

Ação quer difundir fogão a álcool no Brasil
Produto, que substitui combustíveis fósseis ou lenha de árvores desmatadas, foi bem aceito em 87 famílias de comunidades de Minas

segunda-feira, 19 de outubro de 2009

Entretenimento que ensina

Olá,

Ontem assisti um filme fantástico chamado "Feliz Natal" (Joyeux Noel)

O longa conta a história da trégua de véspera de Natal declarada pelas tropas escocesas (representando a Inglaterra), alemãs e francesas nas trincheiras da Primeira Guerra Mundial. Os inimigos deixam sua armas por uma noite e se juntam em fraternidade e esquecem as brutalidades da guerra.

Além de aprender um pouco de História, podemos ver um pouco do que eram as trincheiras, do clima de guerra e vivenciar uma história atípica desses eventos.

Boa pedida para aprender e entreter!

Até!

segunda-feira, 5 de outubro de 2009

Quantas pessoas já viveram na Terra?

Olá queridos!

Depois das provas e recuperações... de volta ao batente!

Você sabe quantas pessoas há no planeta hoje?

Você sabe quantas já viveram em nosso planeta?

Vai caber todo mundo dentro da Terra?

Então, sempre nos deparamos com situações onde pensamos ou perguntamos ou até mesmos somos questionados sobre o número de pessoas que existe no planeta!

Acabo de olhar um site que diz que temos hoje:

6.797.276.051 - ou melhor - 052, 053, 054... !!!! É isso aí. não para de mudar! É uma contagem que considera o crescimento que há a todo momento! Provavelmente quando você acessar, o número estará bem diferente!

Mas, vale a pena conferir: http://www.worldometers.info/population/

Divirtam-se!

bj,

domingo, 30 de agosto de 2009

Crise acelera predominância econômica dos países do BRIC

Não importa se eles são chamados de mercados emergentes ou de economias em ascensão, o que acontece é que esses países estão se tornando os novos protagonistas no palco da economia mundial. Munidos do necessário para determinar os rumos econômicos nas próximas décadas, eles se tornaram conhecidos pela sigla BRIC.

Os governos desses quatro países – Brasil, Rússia, Índia e China – têm consciência do potencial de que dispõem. Em junho último, por exemplo, quando os quatros líderes se reuniram na russa Jekaterinburg, localizada na região dos Montes Urais, o presidente Dimitri Medvedev definiu a cidade, naquele momento, como o "epicentro da política mundial".

Prova de que suas palavras fazem sentido são as recentes reuniões de grêmios em busca de uma solução para a crise financeira, nas quais nenhum dos países do BRIC costuma faltar, não deixando dúvidas de que, sem os emergentes, nada mais funciona na economia mundial. Afinal, os quatro países juntos são responsáveis por 15% da economia e 13% do comércio mundiais, dispondo, com 2,8 trilhões de dólares, de mais de 40% das reservas de divisas de todo o mundo.

Em 20 anos, BRIC à frente do G8

Nobert Walter, economista-chefe do Deutsche Bank, acredita que alguns desses países emergentes detêm realmente potencial suficiente para provocar um deslocamento de forças no cenário econômico internacional. Nos próximos cinco a sete anos, diz Walter, essa tendência deverá se acentuar ainda mais. "O peso desses países deverá aumentar tanto no comércio internacional quanto nas decisões de investimentos no mundo", prevê Walter em entrevista à DW-WORLD.DE.

Os norte-americanos e europeus, acredita o economista, estarão muito preocupados com as correções necessárias nas economias de seus países. Tanto nos EUA quanto na Europa, a prioridade é reaver a ordem das estruturas e reduzir os enormes déficits públicos. "Isso vai contribuir para fortalecer ainda mais o crescimento relativo dos países emergentes", aponta Walter.

Essa tendência já pode ser observada hoje nas bolsas de valores. Depois do catastrófico ano de 2008, as ações nas bolsas de São Paulo, Moscou, Mumbai e Xangai já se recuperaram de forma vertiginosa, ultrapassando em muito as bolsas tradicionais nos EUA e na Europa.

Compensando perdas

Grandes multinacionais também mantêm, em tempos de crise, um olho nos mercados emergentes. A montadora Daimler, por exemplo, embora não nutra esperanças de compensar os grandes rombos em seus caixas – provocados pela crise nos países desenvolvidos – com vendas enormes nos emergentes, mantém sua presença nos mercados do BRIC. "Não espero desses mercados grandes vendas depois de amanhã", diz Andreas Renschler, diretor do departamento de utilitários da montadora.

"Injetamos dinheiro nos mercados em crescimento", confessa ele, em referência ao Brasil, Rússia, Índia e China, lembrando que a Daimler deverá recorrer a esses mercados em aproximadamente cinco anos, mantendo, ali, "a perseverança".

Em função da pior crise desde a Segunda Guerra Mundial, as montadoras têm sérios problemas nos mercados tradicionais da Europa, EUA e Japão, onde venderam nos últimos tempos pouco em termos de veículos pesados, ônibus e furgões.

Independência dos mercados tradicionais

A Daimler Trucks prognostica um período árido nos países desenvolvidos. Para garantir sua independência desses mercados tradicionais, a montadora de caminhões e ônibus namora com os países do BRIC, inclusive interessada em parcerias locais, a fim de desenvolver e vender veículos mais baratos.

Entre os países do BRIC onde a montadora já pode contar uma história de êxito está, acima de tudo, o Brasil: 12,5 % da produção de caminhões da Daimler são vendidos na América do Sul, registrando uma parcela de mercado no continente de mais de 28%. "Iremos ampliar ainda mais nossa posição no mercado", aposta Renschler.

Setor de TI

Pelo mesmo dilema passa o setor de TI (tecnologia de informação) nos países desenvolvidos, onde houve reduções consideráveis em função da crise. Para compensar, as empresas também apostam nos potenciais de crescimento dos países do BRIC, onde, até 2012, deverá haver aproximadamente 500 milhões de PCs. Um crescimento de 30% ao ano, que surte efeitos consideráveis no setor em todo o mundo.

Os fabricantes de computador nos países do BRIC dispõem, em função de seus conhecimentos locais, de vantagens decisivas em relação à concorrência estrangeira, reduzindo, desta forma, os custos de produção de forma drástica. Hoje, os fabricantes locais no Brasil, Rússia, Índia e China registram uma parcela de mercado de 20 a 30% no setor de TI. E isso sem contar a telefonia celular, extremamente forte nos quatro países.

Previsões mudam

A sigla BRIC foi criada há alguns anos pelo banco norte-americano de investimentos Goldman Sachs. O economista-chefe do banco, Jim O'Neill, previu naquele momento que, até o ano de 2050, os países do BRIC iriam ultrapassar as nações do G7 em relevância econômica. Hoje, O'Neill revida essa previsão, apontando que isso já deverá acontecer daqui a 20 anos.

O economista Walter, do Deutsche Bank, demonstra neste sentido algumas dúvidas. Em sua opinião, somente a Índia e a China são países com uma dinâmica econômica indubitavelmente forte. "Esses dois países irão registrar certamente um crescimento econômico de 7% nos próximos cinco anos, sendo, assim, motores da economia mundial", diz Walter.

Pessimismo em relação ao Brasil

Já a situação do Brasil é vista pelo economista com mais pessimismo, mesmo levando em conta que o país tenha superado a crise relativamente ileso, ou seja, apenas com uma leve redução do crescimento econômico. Isso se deve, acima de tudo, a um mercado interno surpreendentemente forte, sustentado por consideráveis aumentos de salários nos últimos anos, diz ele.

Mesmo assim, o consumo sozinho não conseguirá manter a dinâmica necessária, já que apenas alguns setores obtêm lucros consideráveis. Além disso, falta no Brasil, como antes, a infraestrutura necessária para que o país possa esgotar o potencial do qual com certeza dispõe.

Em suma, certo é que a crise mundial vai fazer com que os emergentes ultrapassem com rapidez ainda maior os países desenvolvidos. E isso sem contar que, sob a sigla BRIC, nem estão sendo lembrados outros países importantes no cenário internacional, como a Coreia do Sul, o México, a África do Sul e a Indonésia. A corrida por uma nova ordem econômica mundial já começou. A crise, neste contexto, exerce a função de catalisador.

quinta-feira, 27 de agosto de 2009

Entretenimento que ensina

Oi,

Decidi fazer uma série de dicas de filmes, documentários e quadrinhos que eu já vi ou que eu li a respeito que ajudam na hora de estudar, afinal de contas, para quem está se preparando para o Enem e para outros vestibulares, precisa variar as formas de instrumentos utilizados para aprender, portanto filmes, quadrinhos e documentários podem ser uma grande ajuda!

Hoje, gostaria de indicar um filme que assisti durante essas últimas férias de julho: "Quem quer ser um milionário?".

Este filme, do diretor britânico Danny Boyle, ganhou 8 das 10 estatuetas do Oscar 2009. E eu, desta vez, concordei! rssss

Ele conta a história de Jamal Malik, um jovem favelado da Índia que está prestes a ganhar o prêmio máximo de um programa do tipo "Show do milhão".

Entre cenas que mostram Jamal respondendo às questões do programa, sua história de vida é contada e, consequentemente, um pouco da Índia que não vemos ser apresentada em telenovelas.

Como já disse à alguns alunos, enfim uma história com um enredo novo e não novamente a mesma história com nomes diferentes!

Vale a pena!

Bj,