segunda-feira, 9 de novembro de 2009

Boletim 565 - PNUD

Boletim nº 565 - Segunda-feira, 9 de novembro de 2009

Agora você também pode acompanhar as notícias do PNUD pelo Twitter. Acesse http://twitter.com/pnud

Fechar bar só funciona com pressão social
Fechamento após a 1h ajudou a reduzir homicídios em 34% em SP, mas sucesso depende de conscientização permanente, diz estudo

Campanha da ONU premia 4 fotos do Brasil
Concurso elegeu 50 fotografias de 27 países que mostram ações em prol do desenvolvimento; exposições reúnem as imagens vencedoras

'Latinos são vistos como ameaça nos EUA'
País aumentou repressão quando latinos se tornaram maioria dos estrangeiros; imigrantes já rechaçam cultura americana, diz estudo

Líderes religiosos firmam pacto sobre clima
Representantes de 9 religiões anunciam investimentos em eficiência energética e outras medidas para tentar deter mudanças climáticas

Livro reúne estudos em linguagem simples
Publicação lançada por Centro para o Crescimento Inclusivo traz 99 artigos que analisam pobreza e temas sociais em diversos países

Boletim 564 - PNUD

Boletim nº 564 - Terça-feira, 3 de novembro de 2009

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País pobre perde até 89% dos 'cérebros'
Guiana, Haiti e Granada estão entre os locais nos quais mais de 80% dos que atingem o nível superior se mudam para trabalhar no exterior

Ação policial não afeta grande traficante
Estudo aponta que maioria dos presos por tráfico de drogas não têm relação com crime organizado; autores defendem reforma na lei

Brasil sedia evento mundial sobre esporte
Semana Internacional Esporte pela Mudança Social acontece em São Paulo de 3 a 6/11 e mostra casos em que esporte ajuda comunidades

Livro reúne estudos em linguagem simples
Publicação lançada por Centro para o Crescimento Inclusivo traz 99 artigos que analisam pobreza e temas sociais em diversos países

Índio expõe em evento de sustentabilidade
Projeto do Mato Grosso que apoia indígenas, seringueiros e pequenos agricultores participa da maior exposição do gênero da América Latina

Boletim 563 - PNUD

Oi pessoal,

Me inscrevi para receber boletins do PNUD, portanto, quero compartilhar com vocês!

Confiram! Vale a pena!

bj,


Boletim nº 563 - Segunda-feira, 26 de outubro de 2009

Você está recebendo o boletim do PNUD Brasil com as últimas notícias sobre desenvolvimento humano.

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Saneamento privado não chega a favelas
Privatização provocou uma queda nos investimentos em água e esgoto nas áreas urbanas mais pobres do mundo, diz artigo

Mobilização pelos ODM reúne '4 São Paulos'
Eventos em 120 países reuniram 173 milhões de pessoas, quatro vezes a população de SP, em campanha pelos Objetivos do Milênio

Leis da ditadura dificultam punir torturador
Artigo defende que Lei de Anistia, Lei de Segurança Nacional e Código Penal Militar prejudicam julgamento de violações a direitos humanos

Suriname usará urna eletrônica brasileira
Após visitar o Brasil para conhecer tecnologia, país fará teste em alguns distritos eleitorais durante as eleições gerais em maio de 2010

Ação quer difundir fogão a álcool no Brasil
Produto, que substitui combustíveis fósseis ou lenha de árvores desmatadas, foi bem aceito em 87 famílias de comunidades de Minas

segunda-feira, 19 de outubro de 2009

Entretenimento que ensina

Olá,

Ontem assisti um filme fantástico chamado "Feliz Natal" (Joyeux Noel)

O longa conta a história da trégua de véspera de Natal declarada pelas tropas escocesas (representando a Inglaterra), alemãs e francesas nas trincheiras da Primeira Guerra Mundial. Os inimigos deixam sua armas por uma noite e se juntam em fraternidade e esquecem as brutalidades da guerra.

Além de aprender um pouco de História, podemos ver um pouco do que eram as trincheiras, do clima de guerra e vivenciar uma história atípica desses eventos.

Boa pedida para aprender e entreter!

Até!

segunda-feira, 5 de outubro de 2009

Quantas pessoas já viveram na Terra?

Olá queridos!

Depois das provas e recuperações... de volta ao batente!

Você sabe quantas pessoas há no planeta hoje?

Você sabe quantas já viveram em nosso planeta?

Vai caber todo mundo dentro da Terra?

Então, sempre nos deparamos com situações onde pensamos ou perguntamos ou até mesmos somos questionados sobre o número de pessoas que existe no planeta!

Acabo de olhar um site que diz que temos hoje:

6.797.276.051 - ou melhor - 052, 053, 054... !!!! É isso aí. não para de mudar! É uma contagem que considera o crescimento que há a todo momento! Provavelmente quando você acessar, o número estará bem diferente!

Mas, vale a pena conferir: http://www.worldometers.info/population/

Divirtam-se!

bj,

domingo, 30 de agosto de 2009

Crise acelera predominância econômica dos países do BRIC

Não importa se eles são chamados de mercados emergentes ou de economias em ascensão, o que acontece é que esses países estão se tornando os novos protagonistas no palco da economia mundial. Munidos do necessário para determinar os rumos econômicos nas próximas décadas, eles se tornaram conhecidos pela sigla BRIC.

Os governos desses quatro países – Brasil, Rússia, Índia e China – têm consciência do potencial de que dispõem. Em junho último, por exemplo, quando os quatros líderes se reuniram na russa Jekaterinburg, localizada na região dos Montes Urais, o presidente Dimitri Medvedev definiu a cidade, naquele momento, como o "epicentro da política mundial".

Prova de que suas palavras fazem sentido são as recentes reuniões de grêmios em busca de uma solução para a crise financeira, nas quais nenhum dos países do BRIC costuma faltar, não deixando dúvidas de que, sem os emergentes, nada mais funciona na economia mundial. Afinal, os quatro países juntos são responsáveis por 15% da economia e 13% do comércio mundiais, dispondo, com 2,8 trilhões de dólares, de mais de 40% das reservas de divisas de todo o mundo.

Em 20 anos, BRIC à frente do G8

Nobert Walter, economista-chefe do Deutsche Bank, acredita que alguns desses países emergentes detêm realmente potencial suficiente para provocar um deslocamento de forças no cenário econômico internacional. Nos próximos cinco a sete anos, diz Walter, essa tendência deverá se acentuar ainda mais. "O peso desses países deverá aumentar tanto no comércio internacional quanto nas decisões de investimentos no mundo", prevê Walter em entrevista à DW-WORLD.DE.

Os norte-americanos e europeus, acredita o economista, estarão muito preocupados com as correções necessárias nas economias de seus países. Tanto nos EUA quanto na Europa, a prioridade é reaver a ordem das estruturas e reduzir os enormes déficits públicos. "Isso vai contribuir para fortalecer ainda mais o crescimento relativo dos países emergentes", aponta Walter.

Essa tendência já pode ser observada hoje nas bolsas de valores. Depois do catastrófico ano de 2008, as ações nas bolsas de São Paulo, Moscou, Mumbai e Xangai já se recuperaram de forma vertiginosa, ultrapassando em muito as bolsas tradicionais nos EUA e na Europa.

Compensando perdas

Grandes multinacionais também mantêm, em tempos de crise, um olho nos mercados emergentes. A montadora Daimler, por exemplo, embora não nutra esperanças de compensar os grandes rombos em seus caixas – provocados pela crise nos países desenvolvidos – com vendas enormes nos emergentes, mantém sua presença nos mercados do BRIC. "Não espero desses mercados grandes vendas depois de amanhã", diz Andreas Renschler, diretor do departamento de utilitários da montadora.

"Injetamos dinheiro nos mercados em crescimento", confessa ele, em referência ao Brasil, Rússia, Índia e China, lembrando que a Daimler deverá recorrer a esses mercados em aproximadamente cinco anos, mantendo, ali, "a perseverança".

Em função da pior crise desde a Segunda Guerra Mundial, as montadoras têm sérios problemas nos mercados tradicionais da Europa, EUA e Japão, onde venderam nos últimos tempos pouco em termos de veículos pesados, ônibus e furgões.

Independência dos mercados tradicionais

A Daimler Trucks prognostica um período árido nos países desenvolvidos. Para garantir sua independência desses mercados tradicionais, a montadora de caminhões e ônibus namora com os países do BRIC, inclusive interessada em parcerias locais, a fim de desenvolver e vender veículos mais baratos.

Entre os países do BRIC onde a montadora já pode contar uma história de êxito está, acima de tudo, o Brasil: 12,5 % da produção de caminhões da Daimler são vendidos na América do Sul, registrando uma parcela de mercado no continente de mais de 28%. "Iremos ampliar ainda mais nossa posição no mercado", aposta Renschler.

Setor de TI

Pelo mesmo dilema passa o setor de TI (tecnologia de informação) nos países desenvolvidos, onde houve reduções consideráveis em função da crise. Para compensar, as empresas também apostam nos potenciais de crescimento dos países do BRIC, onde, até 2012, deverá haver aproximadamente 500 milhões de PCs. Um crescimento de 30% ao ano, que surte efeitos consideráveis no setor em todo o mundo.

Os fabricantes de computador nos países do BRIC dispõem, em função de seus conhecimentos locais, de vantagens decisivas em relação à concorrência estrangeira, reduzindo, desta forma, os custos de produção de forma drástica. Hoje, os fabricantes locais no Brasil, Rússia, Índia e China registram uma parcela de mercado de 20 a 30% no setor de TI. E isso sem contar a telefonia celular, extremamente forte nos quatro países.

Previsões mudam

A sigla BRIC foi criada há alguns anos pelo banco norte-americano de investimentos Goldman Sachs. O economista-chefe do banco, Jim O'Neill, previu naquele momento que, até o ano de 2050, os países do BRIC iriam ultrapassar as nações do G7 em relevância econômica. Hoje, O'Neill revida essa previsão, apontando que isso já deverá acontecer daqui a 20 anos.

O economista Walter, do Deutsche Bank, demonstra neste sentido algumas dúvidas. Em sua opinião, somente a Índia e a China são países com uma dinâmica econômica indubitavelmente forte. "Esses dois países irão registrar certamente um crescimento econômico de 7% nos próximos cinco anos, sendo, assim, motores da economia mundial", diz Walter.

Pessimismo em relação ao Brasil

Já a situação do Brasil é vista pelo economista com mais pessimismo, mesmo levando em conta que o país tenha superado a crise relativamente ileso, ou seja, apenas com uma leve redução do crescimento econômico. Isso se deve, acima de tudo, a um mercado interno surpreendentemente forte, sustentado por consideráveis aumentos de salários nos últimos anos, diz ele.

Mesmo assim, o consumo sozinho não conseguirá manter a dinâmica necessária, já que apenas alguns setores obtêm lucros consideráveis. Além disso, falta no Brasil, como antes, a infraestrutura necessária para que o país possa esgotar o potencial do qual com certeza dispõe.

Em suma, certo é que a crise mundial vai fazer com que os emergentes ultrapassem com rapidez ainda maior os países desenvolvidos. E isso sem contar que, sob a sigla BRIC, nem estão sendo lembrados outros países importantes no cenário internacional, como a Coreia do Sul, o México, a África do Sul e a Indonésia. A corrida por uma nova ordem econômica mundial já começou. A crise, neste contexto, exerce a função de catalisador.

quinta-feira, 27 de agosto de 2009

Entretenimento que ensina

Oi,

Decidi fazer uma série de dicas de filmes, documentários e quadrinhos que eu já vi ou que eu li a respeito que ajudam na hora de estudar, afinal de contas, para quem está se preparando para o Enem e para outros vestibulares, precisa variar as formas de instrumentos utilizados para aprender, portanto filmes, quadrinhos e documentários podem ser uma grande ajuda!

Hoje, gostaria de indicar um filme que assisti durante essas últimas férias de julho: "Quem quer ser um milionário?".

Este filme, do diretor britânico Danny Boyle, ganhou 8 das 10 estatuetas do Oscar 2009. E eu, desta vez, concordei! rssss

Ele conta a história de Jamal Malik, um jovem favelado da Índia que está prestes a ganhar o prêmio máximo de um programa do tipo "Show do milhão".

Entre cenas que mostram Jamal respondendo às questões do programa, sua história de vida é contada e, consequentemente, um pouco da Índia que não vemos ser apresentada em telenovelas.

Como já disse à alguns alunos, enfim uma história com um enredo novo e não novamente a mesma história com nomes diferentes!

Vale a pena!

Bj,

Dica boa para estudar!!!

Oi gente,

Ontem meu maridinho comprou para mim os seguintes "Guia do Estudante":

O novo Enem (R$9,90) - este fala do que mudou na prova, dá dicas de redação, simulados de exercícios de cada uma das áreas, entre outras coisas;

Atualidades - Dossiê Mundo Urbano (R$18,95) - este fala sobre a sociedade mundial que é majoritariamente urbana e, consequentemente, apresenta problemas ligados à toda estrutura necessária para atender às necessidades de tal fato. Há também dicas de filmes e documentários que complementam os assuntos estudados! Muito legal!


Geografia - os 63 temas da Geografia Física que mais caem nas provas
(14,95) - este trata de maneira simples (e superficial em alguns casos) de temas diversos desta área de Geografia. Serve como um bom resumo para lembrar! Tem boas imagens!


Bom, eu já tinha adquirido o Dossiê Água, tema bastante importante e que vem encontrando cada vez mais espaço nesses exames!

Divirtam-se!

Bj,

segunda-feira, 24 de agosto de 2009

O quinto dos infernos

Durante o século 18, o Brasil Colônia pagava um alto tributo para seu
colonizador, Portugal. Esse tributo incidia sobre tudo o que fosse
produzido em nosso país e correspondia a 20% (ou seja, 1/5) da produção.
Essa taxação altíssima e absurda era chamada de "O Quinto". Esse imposto
recaía principalmente sobre a nossa produção de ouro.
O "Quinto" era tão odiado pelos brasileiros, que foi apelidado de "O
Quinto dos Infernos".

A Coroa Portuguesa quis, em determinado momento, cobrar os "quintos
atrasados" de uma única vez, no episódio conhecido como "Derrama".
Isso revoltou a população, gerando o incidente chamado de "Inconfidência
Mineira", que teve seu ponto culminante na prisão e julgamento de Joaquim
José da Silva Xavier, o Tiradentes.

De acordo com o Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário - IBPT, a
carga tributária brasileira deverá chegar ao final deste ano de 2009 a 38%
ou praticamente 2/5 (dois quintos) de nossa produção. Ou seja, a carga
tributária que nos aflige é praticamente o dobro daquela exigida por
Portugal à época da Inconfidência Mineira, o que significa que pagamos
hoje literalmente "dois quintos dos infernos" de impostos...

Para quê?

domingo, 23 de agosto de 2009

Domínio Público

Oi pessoal,

Há um site que é fantástico para pesquisa de diversos tipos de materiais, em diferentes tipos de mídia.

O acervo disponível para consulta neste site é composto, em sua grande maioria, por obras que se encontram em domínio público ou obras que contam com a devida licença por parte dos titulares dos direitos autorais pendentes.

Segue o link para você se divertir:

http://www.dominiopublico.gov.br

Bjs,

terça-feira, 16 de junho de 2009

Fuvest 2010 e o novo ENEM

16/06/2009 - 16h07
Fuvest 2010 vai aceitar apenas o novo Enem na nota da 1ª fase
Fonte: vestibular.uol.com.br

A Fuvest divulgou, nesta terça-feira (16), um comunicado no qual afirma que aceitará apenas o novo Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) na composição da nota da primeira fase do vestibular 2010. Isso signfica que quem quiser usar os pontos do Enem no vestibular 2010, terá de prestar a prova do MEC (Ministério da Educação) agora em 2009.

De acordo com o coordenador de comunicação da Fuvest, José Coelho Sobrinho, a grande mudança é que a nota do Enem 2008 não será considerada. A nota do Enem 2009 poderá ser utilizada em 20% da primeira fase, caso seja favorável ao vestibulando.

Nos processos seletivos anteriores, a Fuvest permitia que o estudante utilizasse a maior nota entre as duas últimas avaliações do MEC. A fundação seleciona os ingressantes da USP (Universidade de São Paulo), da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa e da Academia de Polícia Militar do Barro Branco.

A alteração das regras na Fuvest ocorre após mudança no formato do Enem, que passou a ter 180 questões em uma nova tecnologia de elaboração de avaliações - antes a prova tinha 63 testes. O novo Enem também será utilizado para selecionar estudantes para algumas universidades federais.

Diz o comunicado da Fuvest que a nota do Enem 2009 será usada também para compor o bônus para alunos que cursaram integralmente o ensino médio em escolas públicas do Brasil. Estes candidatos poderão usufruir até 6% de bônus em ambas as fases do vestibular.


Como é usado o Enem na Fuvest
Se a nota do candidato no novo Enem for superior à sua nota na primeira fase do vestibular 2010 da Fuvest, o cálculo será realizado da seguinte forma:


multiplica-se a nota da primeira fase da Fuvest por quatro;
soma-se a nota do novo Enem;
então, o resultado é dividido por cinco.

Se o estudante tirar 70 pontos em 100 na primeira fase da Fuvest e tirar 80 pontos em 100 no novo Enem, por exemplo, a nota final da primeira fase do candidato seria de 72 pontos. Acompanhe o cálculo: os 70 pontos obtidos na primeira fase são multiplicados por quatro (a conta dá 280). Somam-se os 80 pontos do novo Enem. O resultado (360 pontos) é dividido por cinco, daí surge 72 pontos como nota da primeira fase.

Como as mudanças no vestibular da Fuvest, o valor do novo Enem na seleção perde peso. A primeira fase serve, a partir de 2010, apenas para levar o vestibulando à segunda etapa do processo seletivo.


Inscrições
Pela primeira vez na história dos vestibulares da Fuvest, a inscrição de candidatos será realizada via internet. O período de inscrições ocorrerá de 28 de agosto a 11 de setembro.

O manual do vestibular 2010 começará a ser vendido a partir do dia 3 de agosto. As provas específicas serão realizadas de 11 a 16 de outubro. A primeira fase será no dia 22 de novembro e a 2ª fase ocorre nos dias 3 a 5 de janeiro de 2010.

Em abril, a USP aprovou mudanças para o processo seletivo. O novo formato de vestibular manterá a primeira fase com 90 questões - mas as provas da segunda fase foram alteradas.

domingo, 10 de maio de 2009

"Estou me lixando para a opinião pública!"

Pessoal,

Você deve ter escutado sobre o nobre parlamentar que disse estar se lixando para a opinião pública!

Eis o link do comentário da Lúcia Hipólito, na CBN!

Ouçam e pensem!


http://cbn.globoradio.globo.com/comentaristas/lucia-hippolito/2009/05/07/SETE-VEZES-ELEITO-DEPUTADO-SERGIO-MORAES-DIZ-SE-LIXAR-PARA-A-OPINIAO-PUBLICA.htm

quarta-feira, 6 de maio de 2009

Brasil com novos fusos horários!

Olá pessoal,

Como você sabe o Brasil possui 4 fusos horários, sendo o segundo o oficial do país, o horário de Brasília, que está três horas atrasado em relação à Greenwich.

Certo?

Errado!

Houve uma mudança!

Olhe a lei abaixo:

LEI Nº 11.662, DE 24 DE ABRIL DE 2008

Altera as alíneas b e c e revoga a alínea d do art. 2º do Decreto no 2.784, de 18 de junho de 1913, a fim de modificar os fusos horários do Estado do Acre e de parte do Estado do Amazonas do fuso horário Greenwich "menos cinco horas" para o fuso horário Greenwich "menos quatro horas", e da parte ocidental do Estado do Pará do fuso horário Greenwich "menos quatro horas" para o fuso horário Greenwich "menos três horas".


Ou seja, a partir dessa nova divisão de fusos, temos as seguintes mudanças:
Acabou o quarto fuso horário brasileiro;
O Pará e o Amazonas passam a ter um único fuso horário, antes tinham dois fusos;
O Acre e o oeste do Amazonas passam para o 3º. Fuso;
O Pará fica totalmente no 2º. Fuso.

Confira no mapa:





Até a próxima!

China supera Estados Unidos e torna-se maior parceiro comercial do Brasil

Stênio Ribeiro
Da Agência Brasil
Em Brasília



O mês de abril marcou uma mudança histórica nas relações comerciais do Brasil. Pela primeira vez, a China se consolidou como maior parceiro comercial do país. Neste ano, os chineses foram responsáveis pelo volume mais alto de comércio (soma de exportações e importações) com os brasileiros.

O Brasil manteve os Estados Unidos como principal parceiro a partir de 1930, quando os norte-americanos desbancaram a Inglaterra do pódio do comércio mundial.

"Não quer dizer que isso vá se estabilizar a médio prazo dessa forma, e esperamos que os Estados Unidos se recuperem a partir de 2010, disse o secretário de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento, Welber Barral.

Ele lembrou que as vendas brasileiras caíram, em média, 30% para os EUA, Europa, e América Latina. Mantiveram-se estáveis para o Oriente Médio e África. Mas cresceram 28,2% para a Ásia, com a China sendo responsável por dois terços das compras asiáticas de produtos do Brasil.

A China importou US$ 5,627 bilhões em produtos brasileiros no primeiro quadrimestre deste ano, com expansão de 64,7% comparado a igual período de 2008. Já os EUA compraram US$ 4,925 bilhões e caíram 35,3% na mesma base de comparação.

De janeiro a abril, o Brasil ainda comprou mais dos EUA (US$ 6,841 bilhões) que da China (US$ 4,616 bilhões), mas a corrente de comércio (exportações mais importações) é favorável ao país asiático em US$ 1,523 bilhão.

O secretário ressaltou que "a Ásia como um todo passa a ser o centro dinâmico ao qual os exportadores brasileiros terão que dar crescente atenção". É uma tendência que vinha se verificando mesmo antes da crise internacional, com importações crescentes também de Taiwan, Coreia do Sul, Indonésia e Índia, dentre outros.

Em abril, a balança comercial brasileira teve boa recuperação e manteve a tendência de menor queda nas exportações que nas importações. As vendas nacionais recuaram 8% em relação a abril do ano passado, mas cresceram 14,8% na comparação com o mês anterior, ao passo que as importações se retraíram 26,6% ante abril de 2008 e caíram 5,6% em relação a março.

O saldo comercial (exportações menos importações), no valor de US$ 3,712 bilhões, aumentou 109,5% na comparação com os US$ 1,772 bilhão de superávit em março, constituindo-se no melhor saldo mensal desde maio do ano passado. Com isso, o saldo acumulado no ano saltou para US$ 6,772 bilhões, com aumento de 49,4% sobre o saldo do mesmo período de 2008.

Segundo Barral, as exportações continuam menores que no período anterior à crise financeira, iniciada em setembro do ano passado, "mas mostram tendência de recuperação enquanto no caso das importações a tendência é de queda".

Ele afirmou que os preços internacionais se retraíram um pouco, depois da crise financeira internacional, mas salientou que o Brasil está compensando isso com a exportação de maiores volumes, principalmente de produtos agrícolas, com a safra iniciada em março.

Na relação abril/março o Brasil exportou mais açúcar (10,2%), café em grão (10,8%), couro (19,3%), carne bovina (14%), carne de frango (21,5%), carne suína (18%), petróleo (42,5%), automóveis (23,8%), autopeças (18,4%), minério de ferro (16,6%), celulose (55,3%), produtos químicos (22,9%), semimanufaturados de ferro e aço (53,1%), laminados planos (25,6%), fio-máquina e barra de ferro/aço (15,2%) e alumínio em bruto (50,7%).

Em comparação com abril de 2008, os maiores aumentos foram de suco de laranja (259,6%), óleos brutos de petróleo (229,6%), minério de ferro (115,7%), óxidos e hidróxidos de alumínio (106,3%), açúcar em bruto (97%), celulose (68,6%) e farelo de soja (54,4%).

Houve queda, porém, nas vendas de óleos combustíveis (-75,1%), aparelhos transmissores e/ou receptores (-39,9%), autopeças (-33,4%), pneumáticos (-31,7%), calçados e partes (-30,6%), etanol (-28,7%), automóveis (-22,9%), laminados planos (-21,7%), aviões (-16,3%), couros e peles (-53,8%), ferro-ligas (-14,8%) e óleo de soja em bruto (-97,7%).

sexta-feira, 1 de maio de 2009

Mudanças na Fuvest 2010

Olá!

A USP aprovou um novo formato para o vestibular da Fuvest 2010.

Seguem algumas informações importantes:

O Conselho de Graduação da USP (Universidade de São Paulo) aprovou na tarde desta quinta-feira (16) mudanças para o próximo processo seletivo, segundo informou a assessoria de imprensa da instituição. A Fuvest 2010, no novo formato, manterá a primeira fase com 90 questões, mas as provas da segunda fase foram alteradas.

A primeira fase também passou a ser eliminatória - ou seja, a nota não conta mais no final do processo seletivo para classificar os estudantes. Apenas elimina quem não tiver desempenho suficiente para chegar à etapa final.

A segunda fase do vestibular vai avaliar todas as matérias do ensino médio. Até a Fuvest 2009, só disciplinas relacionadas ao curso pretendido eram alvo de exames.

COMO ERA:

1ª fase
Eliminava e dava pontos para a classificação final dos candidatos
2ª fase
Avaliava apenas as disciplinas específicas de cada curso. Cada candidato tinha até quatro dias de exame. Todos os vestibulandos realizavam a prova de português no primeiro dia. O número de pontos na segunda fase variava de acordo com a carreira, com total máximo de 160 pontos

COMO FICA:
1ª fase
Só elimina quem não atinge a nota de corte. Não rende pontos na classificação
2ª fase
Será restrita a três dias. O primeiro continua igual. No segundo dia, haverá uma prova com 20 questões de química, biologia, matemática, física, geografia e história. No último dia é a vez das questões específicas - 12 perguntas de até três matérias escolhidas por curso

No primeiro dia da segunda fase, o candidato resolverá uma prova de português com dez questões discursivas, mais uma redação. No segundo dia, será a vez de 20 perguntas de biologia, química, física, matemática, história, geografia e inglês. Já o terceiro dia terá 12 questões que podem variar conforme o curso (até três disciplinas podem ser abordadas).


Contextualização


A USP também pretende incluir questões contextualizadas na segunda fase, que abarquem conhecimentos de mais de uma disciplina - as chamadas perguntas interdisciplinares. De acordo com a proposta da instituição, uma maneira de se cobrar o conteúdo de maneira integrada é fazendo enunciados que exijam a resolução de problemas.

As alterações no processo seletivo começam já na primeira fase, que deverá ter caráter mais generalista e apenas eliminar os candidatos menos preparados. A pontuação obtida nesta fase, diferentemente do que ocorreu até a Fuvest 2009, não será mais aproveitada na nota final e na classificação dos vestibulandos.

O projeto pretende fazer com que a segunda fase seja mais "padronizada" e executada em três dias. Todos os vestibulandos continuam com os exames de português inaugurando a etapa decisiva da seleção.

Para os cursos de arquitetura, artes plásticas e artes cênicas, será aplicada também uma prova de habilidades específicas, considerada a quarta avaliação da segunda fase.

UNIÃO EUROPEIA

Após cinco anos, maior ampliação da UE ainda expõe diferenças entre novos e antigos países-membros, diz especialista

Edílson Saçashima
Do UOL Notícias
Em São Paulo

Em 1º de maio de 2004, a União Europeia sofria a sua maior ampliação da história. A UE, então com 15 países-membros, passava a contar com 25. A mudança provocou transformações em todos os níveis, desde a mudança do perfil da produção regional até a necessidade de tradutores para adaptar documentos e textos para o idioma dos novos membros. Os últimos cinco anos não foram suficientes para resolver as diferenças. Hoje com 27 países-membros, a UE ainda sofre com os desequilíbrios causados pela grande ampliação de 2004. E a solução não deve vir a curto prazo, segundo especialista entrevistado pelo UOL Notícias.
"Um dos problemas da ampliação de 2004 e que permanece hoje é o afluxo de imigrantes clandestinos, principalmente de jovens, dos novos países-membros para a Europa Ocidental, principalmente para a Áustria, Alemanha, França e Bélgica", diz Franklin Trein, cientista político e professor da UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro). Os dez novos países-membros representaram o aumento de 75 milhões de habitantes à União Europeia e o aumento em um terço o território do bloco.

Os países integrados em 2004 vêm cumprindo uma agenda gradual de ampliação de sua participação na UE. A premissa da UE é a livre circulação de capital, mercadorias, serviços e pessoas. "Na prática, isso significa que, por exemplo, um alemão pode se instalar em Londres. No entanto, esse direito ainda não foi estendido para os cidadãos dos novos países-membros", diz Trein.
Xadrez geopolítico

A grande ampliação da UE em 2004 está inserida no contexto do fim da Guerra Fria com a queda do Muro de Berlim. O fim da União Soviética com todas as alterações que se seguiram foi um fenômeno que os europeus não previam. "A queda do Muro de Berlim significou que a Europa tinha mudado completamente nas relações políticas e sociais. E isso exigia uma resposta imediata e construtiva", analisa Trein.
A dissolução da antiga Iugoslávia foi outro fenômeno que incentivou a ampliação da UE. O conflito nos Bálcãs marcou o fim do mais longo período de paz na história da Europa, que não era palco de uma guerra desde o fim da Segunda Guerra Mundial. O susto teve como efeito a rápida aceitação do pedido de integração da Eslovênia, um dos países que surgiu da dissolução da Iugoslávia, na UE em uma tentativa de minimizar a tensão na região. A rapidez com que a Eslovênia foi aceita incentivou outros países a entrarem com o pedido.

Também há especificidades que atendiam a interesses europeus. Malta, por exemplo, fica no meio do mar Mediterrâneo, uma localização estratégica do ponto de vista geopolítico para a UE observar o Oriente Próximo. "O país é quase um porta-aviões no Mediterrâneo", compara Trein.

Por outro lado, o jogo de xadrez político tornou-se mais complexo. A adesão de Chipre, por exemplo, traz à tona a tensão entre cipriotas de origem grega e os de origem turca, o que pode provocar atritos com a Grécia, outro membro da UE.

A ampliação também exigiu um rearranjo da distribuição do orçamento da UE para poder recuperar a economia dos novos países-membros. Com isso, algumas regiões passaram a receber uma fatia menor do orçamento e alguns contribuintes tiveram que arcar com valor maior no bolo.

A UE também ganhou uma proporção maior de população rural. Acrescente-se a isso as diferenças culturais entre países ocidentais capitalistas e os novos membros com um histórico socialista.

Devido a todos esses ingredientes, os cinco anos da UE ampliada parecem pouco para desfazer as diferenças. "O processo de ampliação foi complicado e não se concluiu até hoje. Talvez seja preciso mais dez anos para a UE encontrar o seu equilíbrio", diz Trein.


Brasil não tirou proveito da oportunidade criada com a ampliação
Na época da ampliação, exportadores brasileiros temiam perder o mercado devido à concorrência dos novos países-membros. Isso não aconteceu. Por outro lado, o Brasil perdeu a oportunidade de ampliar o seu mercado, segundo Franklin Trein.

"Do ponto de vista do comércio, a ampliação da UE teve efeitos quase nulos ao Brasil, que exporta carne, soja e café para aqueles países. Não aproveitamos, e continuamos não aproveitando, a oportunidade de conquistar mercados nesses países em que tínhamos relações mínimas", diz.

quinta-feira, 2 de abril de 2009

Dá pra acabar com a corrupção no Brasil?

Essa é uma pergunta, pelo menos, interessante!
No site da Abril, na edição 216 da Super, tem algumas respostas à ela.
Por Bruno Vieira Feijó.


Leonardo Boff
Escritor, ajudou a formular a Teologia da Libertação, ala da Igreja católica que dá ênfase à situação social humana.
Não. Corrupção não é um problema do Brasil. O ser humano é como um lenho torto do qual nunca se irá tirar uma tábua reta. Nele constata-se um desejo de poder que só cessa com a morte. Haverá sempre corrupção, ligada a nossa própria natureza desviante.


Robert Levine
Um dos maiores brasilianistas da história,foi diretor do Centro de Estudos Latino-americanos da Universidade de Miami, EUA.
Para acabar com a corrupção, é preciso que o brasileiro mude sua relação com o "jeitinho". Ao conceder um status neutro ao "jeitinho", uma área cinzenta entre o legal e o ilegal, os brasileiros justificam a própria transgressão.*


Cláudio Abramo
Diretor no Brasil da ONG Transparência Internacional, dedicada a combater a corrupção no mundo.
É possível diminuí-la. Corrupção não depende apenas de pessoas desonestas mas também de oportunidades. Se há oportunidade, há corrupção. Se a oportunidade for dificultada, a corrupção diminui. Leis, relações e estruturas administrativas precisam ser alteradas e só o governo pode fazer isso, com a participação de todos os órgãos, incluindo a sociedade civil.

*Do livro Brazilian Legacies, Nova York, 1997.

Que é uma CPI

Olá pessoal,

Sempre ouvimos o falar sobre CPI, de variados tipos, motivos, pessoas envolvidas. Por isso, achei legal termos aqui uma breve explicação do que é uma Comissão Parlamentar de Inquérito.

Para isso, segue abaixo o texto retirado do mundoestranho.abril.com.br, por Marina Motomura

"Primeiro, o básico: uma CPI - Comissão Parlamentar de Inquérito - é um grupo de vereadores, deputados ou senadores que se reúne para investigar alguma denúncia. Esse tipo de coisa não é exclusividade brasileira: comissões assim também existem nos Estados Unidos, por exemplo. O primeiro passo para uma CPI, você sabe, é quando os parlamentares assinam um pedido para a tal comissão acontecer. Para uma CPI rolar (ou ser "instalada", como os deputados falam), pelo menos um terço dos parlamentares precisa assinar o pedido. Por exemplo: na CPI mais falada do momento, a que apura denúncias de corrupção nos Correios, 33% dos deputados e senadores autografaram o pedido no mês passado. O passo seguinte é escolher um grupo de parlamentares para conduzir as investigações. No final, o que acontece? Muita gente acha que os parlamentares podem mandar alguém para a cadeia se a CPI o considerar culpado. Não pode, não! O produto final da CPI é um relatório, que vai servir de prova para que os órgãos do poder judiciário - a Polícia Civil, Federal ou o Ministério Público, por exemplo - possam, aí sim, punir os suspeitos. Isso pode dar a impressão de que as CPIs sempre terminam em pizza. Mas não é bem assim. Um estudo da USP que analisou CPIs entre 1946 - o ano da pioneira comissão - e 1999 mostrou que 53% das 303 CPIs instaladas foram concluídas. Uma delas foi fundamental até para derrubar um presidente."

terça-feira, 3 de março de 2009

Carro: Pane de libido?

Segue um artigo interessantíssimo escrito por um francês sobre o possível fim do fetiche do carro!

Bj,

http://noticias.uol.com.br/midiaglobal/lemonde/2009/02/28/ult580u3589.jhtm

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009

São Paulo em 1943

Olhem a história econômica e social de nosso estado sendo contada pelos americanos em 1943.
Lembrar o que ocorria neste período ajuda a entender o por que do vídeo!

Vale a pena!

Abraço!

http://br.youtube.com/watch?v=InWifglIkQ0

China passa Alemanha e se torna 3ª maior economia do mundo

Para aqueles que ainda duvidam de que a China esteja em largos passos, a despeito da atual crise econômica mundial, dê uma olhada na reportagem publicada no UOL Economia.


http://economia.uol.com.br/ultnot/2009/01/14/ult4294u2125.jhtm

terça-feira, 17 de fevereiro de 2009

2008 em 10 minutos

Dez minutos que sintetizam um ano.

Vale a pena!

http://static.publico.clix.pt/docs/mundo/2008mundo/

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009



Uma das idéias que temos quando pensamos em Geografia é a de se decorar nomes de países, então, nada melhor que comecemos com uma aula bem dinâmica para conseguir isso! rssss

O início!

Olá,

Conforme falamos, está aberto mais um canal para discussões e troca de informações.
Espero que todos nós aproveitemos bastante este espaço!

Até mais!

Débora